A medida ocorreu após determinação do ministro Dias Toffoli, publicada na segunda-feira (31), que suspendeu a propaganda eleitoral digital de Renan Santos.

 

Segundo a decisão, a campanha havia deixado de informar à Justiça Eleitoral 16 perfis nas redes sociais, incluindo uma conta com cerca de 2,4 milhões de seguidores.

 

O TSE considerou que a omissão poderia representar irregularidade e gerar vantagem indevida na divulgação do conteúdo eleitoral.

 

Além da suspensão das contas, a decisão também proibiu Renan Santos de participar de debates e entrevistas e determinou a suspensão de repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

 

A Meta informou ao TSE que tornou indisponíveis as contas mencionadas na decisão e também retirou os perfis dos sistemas de recomendação.

 

TikTok também comunicou à Corte a suspensão de contas relacionadas ao candidato, enquanto o canal de Renan no YouTube também foi encontrado fora do ar.

 

Renan Santos contestou a decisão e afirmou que houve uma falha no sistema da Justiça Eleitoral. A defesa informou que pretende recorrer da determinação.