O ex-presidente Jair Bolsonaro ainda não iniciou a leitura de livros para redução de pena, segundo informações presentes em relatórios encaminhados pela Polícia Militar do Distrito Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF).

 

De acordo com os documentos, o campo destinado às atividades de leitura permanece sem registros desde a autorização concedida pelo ministro Alexandre de Moraes para que Bolsonaro participasse do programa de remição de pena por leitura.

 

A medida permite que presos reduzam parte da pena por meio da leitura e elaboração de resenhas, conforme previsto nas regras de execução penal. Cada obra lida e aprovada pode resultar em abatimento de dias na condenação.

 

Os relatórios também apontam que a rotina do ex-presidente tem sido marcada por atendimentos médicos, caminhadas e encontros com advogados e familiares.