A nova política para a Carteira Nacional de Habilitação deve gerar uma economia superior a R$ 1 bilhão por ano, segundo estimativa divulgada pelo Ministério dos Transportes nesta segunda-feira (31 de março de 2026).

 

A proposta prevê a renovação automática da CNH para motoristas que estiverem com a situação regular, eliminando etapas presenciais e reduzindo custos com taxas administrativas e processos burocráticos.

 

De acordo com o governo, a mudança faz parte de um pacote de modernização dos serviços públicos e deve ser implementada de forma gradual, após regulamentação pelos órgãos de trânsito.

 

Entre os critérios previstos, a renovação automática será aplicada principalmente a condutores que não possuem infrações graves, pendências ou necessidade de exames complementares, como avaliação médica específica.

 

Atualmente, o processo de renovação da CNH pode gerar custos significativos ao motorista, incluindo taxas do Detran, exames e deslocamentos. Com a nova medida, a expectativa é de redução desses gastos e maior agilidade no serviço.

 

A iniciativa também integra a digitalização dos documentos no Brasil, ampliando o uso da CNH eletrônica e simplificando o acesso aos serviços por meio de plataformas digitais do governo.